A poetisa Florbela Espanca assim escreveu "Como de um sonho vago e sem fervor. Nasce uma paixão tão inquietante."
E assim parece ser, meio que por um acaso as coisas acontecem, talvez com ou sem razão ou até mesmo como um sonho vago, mas as coisas acontecem.
Muitos não acreditam no destino e a razão é o asfalto de muitos caminhos. Assim muitos seguem como todos seguem, dormem, acordam e o céu parece estar sempre coberto pelas nuvens.
Porém "de repente a vida se transforma completamente", e o caminho se torna um pouco verde e uma vontade se faz presente. O medo também deixa sua marca, mas as estrelas são mais vistas. E dia o sol ganha um sorriso. É estranho. É tanta coisa pra aprender e tão pouco tempo para viver. E o acaso bate em sua porta.
Pois é, e foi assim que tudo começou, meio que por acaso.
Um carioca de idéias tecnológicas se vê num universo formado por concreto e resolve namorar uma paulista com pensamentos poéticos fora de época.
Pouco romantismo em uma selva de pedras e cercada por atividades profissionais. Mas "Tudo vale a pena se a alma não é pequena". A descoberta, a conquista, os encontros, as palavras que se cruzam, até que o pensamento se torne um só, como se corpos tornassem passarinhos em busca de um ninho, para o amor brotar.
Sim, para o amor brotar. Pois o cotidiano está mostrando para este casal que o amor brota, vai crescendo e se consolidando, com diferenças ou não, sem medo de se arriscar.
Ascanio e Andreia estão aprendendo a cada dia que para a vida ser mais vida, é necessário se entender com carinho e afeto, é dar mais e pedir menos. É ter a certeza que nem tudo é fora de moda e a única coisa que importa:
"É ter alguém para amar e com quem contar". E neste momento eles só querem aproveitar esta felicidade e receber os abraços verdadeiros dos familiares e amigos.
27 de novembro de 1999.
sábado, 11 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
Alma
Esses dias tenho falado muito do lugar da Gente.
Quem convive comigo, fica de saco cheio de tanto que falo sobre o mesmo assunto!
Tenho falado também muito do Jardim da Mexerica, metáfora de onde eu vim...
Vivi um dia especial. E foi legal não pensar só nos resultados...
Pois sejamos práticos, pra quem vive num país sem memória...
A gente fica o tempo todo tentando se equilibrar no dia.
No dia-a-dia, no presente...
Poxa, um pais que deixa suas crianças sem história....
A gente sabe que história está além do blá, blá, blá...
Com tanta tecnologia, tanta informação rápida...
Mas nenhuma interpretação de fato!
O que se esperar dos dias seguintes?
Os heróis que conhecemos, foram como formiguinhas,
Juntaram alimentos no verão,
Pra que pudéssemos ter o que comer no inverno..
Senti-me útil, mas me senti mal...
Tenho certeza que voto errado,
Eu só vejo o que a mídia me fala.
Acho que só penso no melhor pra mim e pra minha família.
Divido ideias, mas monopolizo atitude...
Pensei! Como pode uma mãe abandonar o seu filho?
Como pode pais se viciarem e por inconsequência gerarem crias?
Uma amiga, de muita luz e com sabedoria preparada me disse:
- Apesar de nossa ignorância, há algum sentindo! Não que ele “o sentido” deva prevalecer.
E por isso Deus te mandou cego "Cru", para que você pudesse com o tempo enxergar!
Sei lá, acho que as vezes Deus deve mandar informações não pela internet!
Mas como pisca alerta por toda a sua vida.
Pra que você enxergue...
A minha irmã “Ci” me fala sempre de sua maneira!
Não deixe o corpo envelhecer para enxergar algumas necessidades...
Acho que vivi metade de minha vida, e agora as informações não aparecem só como Pisca Alerta.
Elas estão em tudo e em todos os lugares... E ainda me sinto cega...
Como posso ficar falando ou escrevendo...
Bem! A minha alma ainda é pequena.
Jardim da Mexerica
Tem um lugar que costumo chamar de jardim da Mexerica!
Quando eu era criança era um lugar que não tinha asfalto.
Mas não era um lugar com casa simples do campo, era um lugar sem o básico,
E como acontece até hoje, cada família na sua "maioria" tentava se equilibrar.
O Leite era de saco tipo C, para aqueles que conseguiam comprar.
Que bom que tinha escola, lá era diversão;
Livros, educação, teatro...
Esporte!
Na escola o diferente parecia acontecer.
O Jardim da Mexerica tinha escola!
Professor de exemplo, que era exemplo....
Como não se tinha internet,
A informação acontecia lá, tínhamos grupos...
E os assuntos se discutiam neste lugar...
Com meia duzia de amigos que se esforçavam
Pra o mundo interpretar....
Ah! E não se pode calar,
Em tempo de eleição,
Lá era lá o lugar,
Onde muitos políticos iam visitar...
E são esses, os mesmos que de tempos em tempos.
Prometem, fingem discussões entre si...
E depois estão lá aliados pela mesma aliança...
E nós do jardim da Mexerica, tentávamos escapar...
Com a dúvida! A dúvida era nossa pós, nosso MBA...
Nossa conquista...Às vezes ficávamos arrogantes.
Mas não tenha dúvida! Nosso sangue vem desse lugar....
E o Jardim ainda continua da Mexerica...
Os que sobreviveram, ouviram ou viveram histórias que parece filosofia...
Que adianta? Adianta!
Lá, tudo já está asfaltado...
O leite agora é de caixinha...
O que vale é interpretar.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
As músicas
Oi sou o Felipe a história de hoje é, As músicas.
Boa sorte!
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Há um menino que gostava de músicas, o nome dele era David.
Ele era dos Estados Unidos e começou a cantar.
You me day beautiful flower me and me nice you me, me, me and me nice you me fly me world.
Me fly you me fly you me chance world me fly you me fly you chance world you nice you nice i love you the world you
há é uma história curta.
Boa sorte!
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Há um menino que gostava de músicas, o nome dele era David.
Ele era dos Estados Unidos e começou a cantar.
You me day beautiful flower me and me nice you me, me, me and me nice you me fly me world.
Me fly you me fly you me chance world me fly you me fly you chance world you nice you nice i love you the world you
há é uma história curta.
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