Penguins
Oi eu sou o Felipe e olhe só que legal isso.
Reflexões
sexta-feira, 7 de março de 2014
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Cego
Enquanto apedeuta
Se enche de sabedoria nula
Válida para uma bolha
Uma bolha quase sem vida,
Que sobrevive para sua divina prudencia;
E razões divididas
Com únicas e exclusivas bolhas;
Aqui jaz a subjugada intelectualidade.
Enquanto negociante
Falas claras,
Atitudes cruzados,
Caminho desenhado,
Um tropeço, uma saída.
Uma saída, uma porta de entrada;
Enquanto prático,
No primeiro ato se vê o inicio, meio e fim;
Estrada já direcionada;
O resultado é ato;
O ato um novo inicio, o meio e o fim;
Enquanto doente, ,
Atento ao estágio
De sua falência mas
Não da audição que o estimula
A entender tão solidão;
Enquanto fraco, vira presa fácil;
Enquanto "enxerga"
O corpo é presente,
Transita, observa, se manifesta
Com calma e real sabedoria
Se faz entender
E é entendido
Se liberta
Se permite
estar em
Qualquer lugar
Com aquilo que tem
Ouve, ouve, ouve
Bandeira de humildade
Mastro de confiança
Ator, produtor e espectador
Professor
Se enche de sabedoria nula
Válida para uma bolha
Uma bolha quase sem vida,
Que sobrevive para sua divina prudencia;
E razões divididas
Com únicas e exclusivas bolhas;
Aqui jaz a subjugada intelectualidade.
Enquanto negociante
Falas claras,
Atitudes cruzados,
Caminho desenhado,
Um tropeço, uma saída.
Uma saída, uma porta de entrada;
Enquanto prático,
No primeiro ato se vê o inicio, meio e fim;
Estrada já direcionada;
O resultado é ato;
O ato um novo inicio, o meio e o fim;
Enquanto doente, ,
Atento ao estágio
De sua falência mas
Não da audição que o estimula
A entender tão solidão;
Enquanto ágil, busca abrigo, refúgio;
Enquanto forte, aprende a guerrear,Enquanto fraco, vira presa fácil;
Enquanto "enxerga"
O corpo é presente,
Transita, observa, se manifesta
Com calma e real sabedoria
Se faz entender
E é entendido
Se liberta
Se permite
estar em
Qualquer lugar
Com aquilo que tem
Ouve, ouve, ouve
Bandeira de humildade
Mastro de confiança
Ator, produtor e espectador
Professor
domingo, 18 de novembro de 2012
A Grande Caixa
"Qualquer um que consiga expressar uma visão e motivar os outros a torná-las realidade pode ser um líder".. Jack Weich..
Legal! Mas o passo é largo, quando se não é tão hábil, pois visão, motivação, são coisas interligadas... To adorando aprender.
Cara um líder parece uma habilidosa caixa com um jogo de surpresas.. Tipo Jumanji.
Para ficar mais fácil pra mim! Acho que desta caixa não sairá nada pronto, a não ser a informação do que se quer como alvo final, e de que sozinho cada jogador não chegará a lugar nenhum, além de que cada surpresa vai depender do jogador e sua visão.
Ah! E o resultado? Pura interação, observação e ação, entre caixa, jogadores e alvo..
É claro que da caixa sempre sairá: apenas uma dica para quem é hábil, um caminho para um direcionado, um desafio para o estrategista, uma lógica para o cientista, um tablado para o artista...
A caixa tem consciência de risco! Nem sempre conhecimento de causa. Devolve estímulo, castigo, recompensa, reformula etc.
Nem todos os jogadores estarão no final. E caixinhas vão surgindo dentro do jogo e mais surpresas acontecem. Mas se a maioria tá afim de chegar lá. O jogo se aquece. E um jogo bem jogado sai de uma formulação onde a caixa vai saber explorar cada persona com o devido respeito.. E no final o que se esperar?
A tão esperada chegada.. Metaforicamente falando quem não quer chegar até aquela faixa pendurada nas corridas como final e com bom resultado?
A caixa a todo instante coloca como pisca alerta: - A chegada é alvo de cada um, mas somente juntos os jogadores descobrirão formas incríveis de chegar no proposto pela tão habilidosa caixa.. rsrs Brincadeirinha.!
Nossa ser caixa é para grandes! Estar no jogo e estar funcionando como motor desta caixa é desafiador, as vezes falha, se conserta. Se tudo for organizado, além da tal resiliência, e acho que mais do que resistir é estar aberto a contribuir para que a corrida aconteça. E a caixa? Peça principal para que haja uma reação em cadeia para o que se espera.
Só que não é tão simples né, principalmente para uma pessoa que nasceu formiga como eu.
Aprendo, aprendo, aprendo.....
sábado, 17 de novembro de 2012
Reconhecimento
Eu conheci pessoas que acredito ter espírito mais que elevado e acho que se quer citaram em sua trajetória a palavra reconhecimento. Sei lá, parecia que o reconhecimento era inerente ao que elas praticavam. Efeito da consequência. Espelho iluminado.
Valor do reconhecimento!
Pra essas pessoas meias que anjos, me parecia que o valor do reconhecimento, era a simples existência.
Eu m
Valor do reconhecimento!
Pra essas pessoas meias que anjos, me parecia que o valor do reconhecimento, era a simples existência.
Eu m
ediana como sou, este valor estava relacionado a consagração do meu ideal.
Será que o reconhecimento estanca a personalidade?
Não sei direito, mas é como se todo tempo, buscássemos de fato ou por instinto nos reconhecermos ou de ser reconhecido.
Se reconhecer: algo tão válido para se crescer. Ser reconhecido: Consagração, mas a qualquer custo, pura destruição.
Talvez! Quem sabe! Somos movidos pelo reconhecimento.
Reconhecimento de sermos vistos, de sermos legal, de sermos competentes, de sermos simples, de sermos extraordinários, de sermos melhores do que antes, de sermos exemplos, de sermos irritante, chato, recompensado ou na forma mais humilde do reconhecimento, a de sermos simplesmente lembrados.
Fato! Ser reconhecido pelo bem ou pelo mal vai depender do efeito de ação, mas mais ainda do ponto de vista de quem vê.
Se reconhecer eu acredito é como carregar toda sua bagagem pra frente do espelho por toda sua vida: você se olha (age), reflete (o que você é), retorna com seu ponto de vista para cada época (o que se aprende).
Ser reconhecido é quando você passa a ser o espelho. E aí quem sabe, o resultado das vezes que você realmente parou para se olhar no espelho.
E se isso não corresponder ao fato ou se não tivermos clara interpretação da imagem que estamos olhando no espelho, aí surgem elas... As frustrações. Que transbordam quando você passa a ser o espelho.
Confuso não? Mas saber interpretar é algo valioso... Então vale lembrar uma frase tão conhecida...
Navegar é preciso, viver não é preciso....
Não há precisão do que reconhecemos como necessidade própria, mas navegar sim.. É preciso.
Será que o reconhecimento estanca a personalidade?
Não sei direito, mas é como se todo tempo, buscássemos de fato ou por instinto nos reconhecermos ou de ser reconhecido.
Se reconhecer: algo tão válido para se crescer. Ser reconhecido: Consagração, mas a qualquer custo, pura destruição.
Talvez! Quem sabe! Somos movidos pelo reconhecimento.
Reconhecimento de sermos vistos, de sermos legal, de sermos competentes, de sermos simples, de sermos extraordinários, de sermos melhores do que antes, de sermos exemplos, de sermos irritante, chato, recompensado ou na forma mais humilde do reconhecimento, a de sermos simplesmente lembrados.
Fato! Ser reconhecido pelo bem ou pelo mal vai depender do efeito de ação, mas mais ainda do ponto de vista de quem vê.
Se reconhecer eu acredito é como carregar toda sua bagagem pra frente do espelho por toda sua vida: você se olha (age), reflete (o que você é), retorna com seu ponto de vista para cada época (o que se aprende).
Ser reconhecido é quando você passa a ser o espelho. E aí quem sabe, o resultado das vezes que você realmente parou para se olhar no espelho.
E se isso não corresponder ao fato ou se não tivermos clara interpretação da imagem que estamos olhando no espelho, aí surgem elas... As frustrações. Que transbordam quando você passa a ser o espelho.
Confuso não? Mas saber interpretar é algo valioso... Então vale lembrar uma frase tão conhecida...
Navegar é preciso, viver não é preciso....
Não há precisão do que reconhecemos como necessidade própria, mas navegar sim.. É preciso.
Admiração
Hoje percebo que foi quando e só quando te olhei,
Que meus sentidos se tornaram mais claro
Compartilhar sorrisos, carinhos e bicos com certo pequeno.
Que daqui a pouco segue seu rumo,
Mostrou-me que nasci pra isso, ser mãe! Eu amo esta minha
função...
Nossa! Ver crescer uma inteligência – sim aquela descrita no
dicionário.
Memória, imaginação, juízo, raciocínio, abstração e
concepção....
Desajuízo, ou não! Pura questão.
Questões da cachola de um artista. Só podem ser de um
artista!
Que o corpo demonstrava a razão e o resto não!
E como cantarolava, como filosofia simples ou complicada,
Parecia como filosofia para ele, só pra ele. Só dividia quando e com quem queria!
Eu! Tive o privilégio de ouvir muitas e muitas vezes...
Sua cantoria! Agora transformada em sua pura filosofia...
Se hoje não temos muitas coisas para falar ou discutir...
É por que cresceu e o seu mundo se estendeu. E eu, como mãe
que me tornei.
O melhor da vida é ser personagem coadjuvante de fases.
Ver os espelhos por aí, refletindo luz própria.
E quando a gente olha nesse espelho. Vem um orgulho!
Revigora a admiração.
Admiração não se aprende viu! Não nasce de uma influencia,
Mesmo sendo de mãe...
A Admiração se percebe e é percebida!
Basta ver o olhar do admirador, e se ele abraçar o admirado
então!
Energias boas no ar parece se instaurar,
Que só criança ou lembrar-se de quando criança consegue
restaurar...
A admiração!
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Silêncio
Hoje, só hoje aprendi que devo silenciar;
Só e só hoje aprendi que não se bate
Na mesma tecla o tempo todo.
A admiração é nata e não se
Justifica o que é claro;
Só hoje e só hoje aprendi que devo amar;
Tudo do jeito que é;
Quero estar mais perto do que acredito;
Por mais idiota que seja,
Aliás cresci sendo formiga;
Vou ser formiga e me basta;
Quero conflito só enquanto me faz crescer;
Se vira um conflito constante;
Não é mais conflito e desavença;
Então silencio, silencio e silencio....
Quero amar, tudo do jeito que é....
Nem melhor ou pior....
Sou assim! Alguns me entendem e outros não...
Quero estar de cara lavada,
Sempre.... Sempre... Sempre...
Embora muitos acham que não...
Prefiro a verdade... A verdade à comparação...
Acho que me cansei.. Valeu a pena... Mas agora vou tentar ficar mais quieta...
sábado, 11 de agosto de 2012
"Quem um dia irá dizer que existe ou não razão para as coisas feitas pelo coração."
A poetisa Florbela Espanca assim escreveu "Como de um sonho vago e sem fervor. Nasce uma paixão tão inquietante."
E assim parece ser, meio que por um acaso as coisas acontecem, talvez com ou sem razão ou até mesmo como um sonho vago, mas as coisas acontecem.
Muitos não acreditam no destino e a razão é o asfalto de muitos caminhos. Assim muitos seguem como todos seguem, dormem, acordam e o céu parece estar sempre coberto pelas nuvens.
Porém "de repente a vida se transforma completamente", e o caminho se torna um pouco verde e uma vontade se faz presente. O medo também deixa sua marca, mas as estrelas são mais vistas. E dia o sol ganha um sorriso. É estranho. É tanta coisa pra aprender e tão pouco tempo para viver. E o acaso bate em sua porta.
Pois é, e foi assim que tudo começou, meio que por acaso.
Um carioca de idéias tecnológicas se vê num universo formado por concreto e resolve namorar uma paulista com pensamentos poéticos fora de época.
Pouco romantismo em uma selva de pedras e cercada por atividades profissionais. Mas "Tudo vale a pena se a alma não é pequena". A descoberta, a conquista, os encontros, as palavras que se cruzam, até que o pensamento se torne um só, como se corpos tornassem passarinhos em busca de um ninho, para o amor brotar.
Sim, para o amor brotar. Pois o cotidiano está mostrando para este casal que o amor brota, vai crescendo e se consolidando, com diferenças ou não, sem medo de se arriscar.
Ascanio e Andreia estão aprendendo a cada dia que para a vida ser mais vida, é necessário se entender com carinho e afeto, é dar mais e pedir menos. É ter a certeza que nem tudo é fora de moda e a única coisa que importa:
"É ter alguém para amar e com quem contar". E neste momento eles só querem aproveitar esta felicidade e receber os abraços verdadeiros dos familiares e amigos.
27 de novembro de 1999.
E assim parece ser, meio que por um acaso as coisas acontecem, talvez com ou sem razão ou até mesmo como um sonho vago, mas as coisas acontecem.
Muitos não acreditam no destino e a razão é o asfalto de muitos caminhos. Assim muitos seguem como todos seguem, dormem, acordam e o céu parece estar sempre coberto pelas nuvens.
Porém "de repente a vida se transforma completamente", e o caminho se torna um pouco verde e uma vontade se faz presente. O medo também deixa sua marca, mas as estrelas são mais vistas. E dia o sol ganha um sorriso. É estranho. É tanta coisa pra aprender e tão pouco tempo para viver. E o acaso bate em sua porta.
Pois é, e foi assim que tudo começou, meio que por acaso.
Um carioca de idéias tecnológicas se vê num universo formado por concreto e resolve namorar uma paulista com pensamentos poéticos fora de época.
Pouco romantismo em uma selva de pedras e cercada por atividades profissionais. Mas "Tudo vale a pena se a alma não é pequena". A descoberta, a conquista, os encontros, as palavras que se cruzam, até que o pensamento se torne um só, como se corpos tornassem passarinhos em busca de um ninho, para o amor brotar.
Sim, para o amor brotar. Pois o cotidiano está mostrando para este casal que o amor brota, vai crescendo e se consolidando, com diferenças ou não, sem medo de se arriscar.
Ascanio e Andreia estão aprendendo a cada dia que para a vida ser mais vida, é necessário se entender com carinho e afeto, é dar mais e pedir menos. É ter a certeza que nem tudo é fora de moda e a única coisa que importa:
"É ter alguém para amar e com quem contar". E neste momento eles só querem aproveitar esta felicidade e receber os abraços verdadeiros dos familiares e amigos.
27 de novembro de 1999.
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