Hoje percebo que foi quando e só quando te olhei,
Que meus sentidos se tornaram mais claro
Compartilhar sorrisos, carinhos e bicos com certo pequeno.
Que daqui a pouco segue seu rumo,
Mostrou-me que nasci pra isso, ser mãe! Eu amo esta minha
função...
Nossa! Ver crescer uma inteligência – sim aquela descrita no
dicionário.
Memória, imaginação, juízo, raciocínio, abstração e
concepção....
Desajuízo, ou não! Pura questão.
Questões da cachola de um artista. Só podem ser de um
artista!
Que o corpo demonstrava a razão e o resto não!
E como cantarolava, como filosofia simples ou complicada,
Parecia como filosofia para ele, só pra ele. Só dividia quando e com quem queria!
Eu! Tive o privilégio de ouvir muitas e muitas vezes...
Sua cantoria! Agora transformada em sua pura filosofia...
Se hoje não temos muitas coisas para falar ou discutir...
É por que cresceu e o seu mundo se estendeu. E eu, como mãe
que me tornei.
O melhor da vida é ser personagem coadjuvante de fases.
Ver os espelhos por aí, refletindo luz própria.
E quando a gente olha nesse espelho. Vem um orgulho!
Revigora a admiração.
Admiração não se aprende viu! Não nasce de uma influencia,
Mesmo sendo de mãe...
A Admiração se percebe e é percebida!
Basta ver o olhar do admirador, e se ele abraçar o admirado
então!
Energias boas no ar parece se instaurar,
Que só criança ou lembrar-se de quando criança consegue
restaurar...
A admiração!
Nenhum comentário:
Postar um comentário