Eu não sou assim uma pessoa tão adequada para falar desse serzinho...
Fiz magistério por ser uma das únicas opções diferentes para pessoas do meu mundo e com a minha cabeça..
Nunca exerci de fato a profissão, eu sabia que não conseguiria ter a paciência necessária. Dar aula para estes serzinhos tem que ser além de uma simples preparação, um dom, uma vocação...
Só que não me arrependi, durante quatro anos da minha vida, ouvi tudo sobre o que poderia envolver uma criança e despertar a dúvida! E a vontade de buscar o conhecimento.
Por tudo que vi neste curso, uma vez disse há um diretor de um banco, que todos nós deveríamos passar por este curso, pois se somos espelhos de nossos pais, e se algumas vezes temos frustrações. Seria neste curso que aprenderíamos teorias e algumas práticas leves de lidar com estas complicações. É claro, que as pesadas devem ser lidadas por especialistas....
Eu me encontro neste mundo. Além de adorar risadas do nada, amo livros infantis, a mágica e a imaginação, além de curtir palhaços da alegria... Bobos, que sejam assim.
Como diz um dos meus filhos, lá em casa há uma hierarquia de palhaços...
Primeiro meu pai postiço, em seguida sua própria mãe e depois ele. Apesar de que não se acha assim tão palhaço, mas para os íntimos ele pode até dar uma palhinha...
A relação palhaço e criança serão eternas.
Eu fico fascinada pela alegria e as conclusões práticas destes serzinhos.... É pena que isto tenha prazo de validade, e acho que para os que não desligam a chave...
Eles estão por aí disfarçados de poetas, escritores, cineastas,
Artistas,
Palhaços.
Ou qualquer profissão que é exercita com paixão...
Viram príncipes. Cativam e são responsáveis por isto...
Meus pequenos príncipes em Julho de 2012, prepararam uma festa surpresa para o meu irmão que nunca teve uma festa de aniversário só dele...
Teve pizza de chocolate, com gelatina colorida, bisnaguinha com manteiga e também com presunto, suco e as velas que tinham disponíveis (cor de rosa)... Mas tudo bem! Porque o mais importante foi à surpresa. A alegria!
Eu não estava presente, mas senti vontade de dizer que a espontaneidade de proporcionar uma alegria, vale como valor pra uma vida...
Fiz um curso que falava sobre isso, mas ainda me surpreendo com histórias infantis...
Fiz magistério por ser uma das únicas opções diferentes para pessoas do meu mundo e com a minha cabeça..
Nunca exerci de fato a profissão, eu sabia que não conseguiria ter a paciência necessária. Dar aula para estes serzinhos tem que ser além de uma simples preparação, um dom, uma vocação...
Só que não me arrependi, durante quatro anos da minha vida, ouvi tudo sobre o que poderia envolver uma criança e despertar a dúvida! E a vontade de buscar o conhecimento.
Por tudo que vi neste curso, uma vez disse há um diretor de um banco, que todos nós deveríamos passar por este curso, pois se somos espelhos de nossos pais, e se algumas vezes temos frustrações. Seria neste curso que aprenderíamos teorias e algumas práticas leves de lidar com estas complicações. É claro, que as pesadas devem ser lidadas por especialistas....
Eu me encontro neste mundo. Além de adorar risadas do nada, amo livros infantis, a mágica e a imaginação, além de curtir palhaços da alegria... Bobos, que sejam assim.
Como diz um dos meus filhos, lá em casa há uma hierarquia de palhaços...
Primeiro meu pai postiço, em seguida sua própria mãe e depois ele. Apesar de que não se acha assim tão palhaço, mas para os íntimos ele pode até dar uma palhinha...
A relação palhaço e criança serão eternas.
Eu fico fascinada pela alegria e as conclusões práticas destes serzinhos.... É pena que isto tenha prazo de validade, e acho que para os que não desligam a chave...
Eles estão por aí disfarçados de poetas, escritores, cineastas,
Artistas,
Palhaços.
Ou qualquer profissão que é exercita com paixão...
Viram príncipes. Cativam e são responsáveis por isto...
Meus pequenos príncipes em Julho de 2012, prepararam uma festa surpresa para o meu irmão que nunca teve uma festa de aniversário só dele...
Teve pizza de chocolate, com gelatina colorida, bisnaguinha com manteiga e também com presunto, suco e as velas que tinham disponíveis (cor de rosa)... Mas tudo bem! Porque o mais importante foi à surpresa. A alegria!
Eu não estava presente, mas senti vontade de dizer que a espontaneidade de proporcionar uma alegria, vale como valor pra uma vida...
Fiz um curso que falava sobre isso, mas ainda me surpreendo com histórias infantis...
Nenhum comentário:
Postar um comentário