sábado, 17 de março de 2012

Cadernos dos Brontës



Estes dias, vi um dos meus filhos escrevendo em seu caderninho diário.
Olha como gira um mundo! Segue e volta ao seu eixo. Que bom e até quando?
Dos seus sete anos, vivendo no seu sangue uma tecnologia permanente, se voltam aos seus cadernos e livros que o acompanha há algum tempo.
Na minha humilde experiência familiar, essas são ferramentas fundamentais para a imaginação.
Ah! A imaginação deve-se, na minha concepção ser um bem precioso.
Então, a imaginação pode levar a criação, a criação a missão..
E a missão vai do seu quintal ao mundo... Só depende de você.  
Há de se ter cuidado. O mundo é de muitos!
Uma missão do bem e do mal vem dessa imaginação tão fértil.
 E será valorosa, se for do bem comum.
Imaginação que não se intimida com as atrocidades diárias.  Imaginação que se educa.
Educação palavra chave.
Imaginação que leva à um suspiro de felicidade.
Que leva à um sorriso aberto e que só se cresce quando se compartilha.
O que você imaginou pra você?  Daí o que você criou? Daí qual sua missão?
Assim se resultada um dia, um mês, um ano, um século, uma vida...
Um filme, um livro, um aniversário infantil, uma final de futebol do seu time, um cumprimento de uma meta, um almoço em família, entre amigos etc...
Num dia sem mesmo cursar a faculdade, vi na estante do meu irmão leitor um livro chamado “O Morro dos Ventos Uivantes”, um romance, que não me lembro bem, mas era meio triste, ficou na minha mente.
Mais tarde conheci os irmãos Brontës, conheci o quão fértil se são as mentes! A imaginação como refúgio.
Até aonde o contexto de sua vida pode te levar? Mas é fato, a essência é imbatível.. Perdura!
Os Brontës escreviam desde muito cedo, seus caderninhos foram expostos. 

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