Esta palavra tem um sentindo muito meu. Valioso pra mim!
Sem vontade, me sinto como urso hibernando.
Aliás, se não tenho vontade, não há imaginação, criação, missão..
Sinto aquela preguiça. Pecado capital!
Desacredito, vejo falta de vontade em tudo e em todos.
Aí “sacode a poeira”, e como uma tapa com luva de pelica vem os valores.
Recrio a minha vontade diária, que é minha e não dos outros.
Volto ao eixo e saio da hibernação.
Vejo o verão, a criação e a missão.
Vejo o mundo e sem que perceba, ultrapasso o meu espaço.
Acabo por gritar que se ter vontade é a arte de saber se expressar;
É! Mas para manifestar sentimentos hoje em dia, há de ser a verdadeira arte.
Ou será que há tempos nos escondemos numa devoção fingida.
Num sorriso sem sentido, uma amizade sem vontade.
Um agrado só pra agradar.
Na vida! Sentimentos se cruzam, vontades se confrontam, e o que permanece conosco?
Aprendizagem!
Às vezes uma aprendizagem como um luxo. Exemplificando: Passeando numa Ferrari, ou simplesmente uma aprendizagem carregando sacos de cimento.
Qual tipo de aprendizagem se prefere?
Acho que vai depender de cada vontade.
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