Tudo o que já sabemos... Mas que
vale ser dito.
Às vezes me pego pensando no poder
desta palavra “importância”;
Em que momento eu deixo de ser tão
egoísta, tão solidária ou simplesmente justa, quando:
Falo claramente o que acho importante.
Quando criança achava importante
brincar numa vala, onde criava uma cidade sobre águas...
Parece louco! Mas era importante pra mim, àquele
era o mundo que me envolvia!
Cresci e vi Veneza na televisão...
Ah! Aquela cidade sobre águas era
a minha imaginação...
Se Veneza fosse o mundo que me cercava,
quem sabe teria o mesmo grau de importância da minha vala. Olha que diferença!
É mas a minha brincadeira era nojenta!
Um mal para saúde, ou somente o que eu tinha de mais próximo da minha
importância pessoal ou da minha ignorância.
Acho que a importância é
igual ao que somos: nos transformamos e nos influenciamos com aquilo que vivemos;
É como matemática será
lenta ou não à medida que crescemos, aprendemos e conquistamos.
Bem, seguindo assim: o
grau de importância passa a ser diferente, e a partir do que se conquista para olhos míopes, uma importância crescente pode-se confundir com
insolência.
Importância e insolência!
A sua base te levará para um
lado ou para outro.
E sabemos que o importante e justo
deveria ser o respeito, a coerência de que se o espaço é partilhado, a insolência deve estar guardada no seu baú.
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